ABRIL
PROJETO: DESMITIFICANDO OS POVOS INDÍGENAS
PERÍODO DE REALIZAÇÃO: ABRIL DE 2025
TURMAS ENVOLVIDAS: Ensino Médio e Ensino Fundamental Presencial
OBJETIVOS:
• Reconhecer os direitos e a cultura dos Povos Indígenas no Brasil;
• Promover a valorização e o respeito às Culturas
• Indígenas;
• Apoiar iniciativas de desenvolvimento e preservação cultural.
JUNHO
FORMATURA 1° SEMESTRE
A formatura na Educação de Jovens e Adultos (EJA) é um momento de grande significado, pois representa a superação de desafios e a conquista de um direito muitas vezes adiado. Para muitos estudantes, concluir os estudos é a realização de um sonho e um marco importante em suas trajetórias de vida.
Além de simbolizar o encerramento de uma etapa, a formatura fortalece a autoestima, valoriza o esforço individual e coletivo e incentiva a continuidade dos estudos. Esse momento também reafirma a importância da educação como ferramenta de transformação social, abrindo novas oportunidades e perspectivas para o futuro.
AGOSTO
CESU Faz Ciência (parte 1)
A visita de estudantes do CESU ao museu Universitário da Academia: Etnologia Indígena e História Natural, representa uma oportunidade rica de aprendizagem que vai além da sala de aula. Esses espaços possibilitam o contato direto com conhecimentos científicos, culturais e históricos, contribuindo para a formação crítica e cidadã dos educandos.
No campo da história natural, os alunos têm a chance de compreender melhor a evolução da vida, a biodiversidade e a relação entre os seres humanos e o meio ambiente. Esse contato amplia a percepção sobre a importância da preservação ambiental e reforça conteúdos muitas vezes trabalhados de forma teórica, tornando-os mais concretos e significativos.
Já a etnologia indígena promove o reconhecimento e a valorização dos povos originários, seus saberes, modos de vida, línguas e tradições. Ao conhecer esses aspectos, os estudantes da EJA são convidados a refletir sobre a diversidade cultural do Brasil, combatendo estereótipos e preconceitos historicamente construídos. Essa experiência fortalece o respeito às diferenças e contribui para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.
Além disso, a visita ao museu estimula a curiosidade, o senso investigativo e o interesse pelo conhecimento, elementos essenciais no processo educativo, especialmente na EJA, onde muitos estudantes retomam seus estudos após trajetórias marcadas por interrupções. Assim, o museu se torna um espaço de aprendizagem viva, onde o conhecimento é construído de forma dinâmica, significativa e conectada à realidade dos educandos.
CESU NA PRAÇA
O Centro de Estudos Supletivos (CESU) Custódio Furtado de Souza realizou no sábado, 30, uma ação na Praça de Santa Luzia, em Juiz de Fora, com o objetivo de divulgar a Educação de Jovens e Adultos (EJA). A iniciativa buscou aproximar a comunidade das oportunidades de retomada dos estudos, especialmente para aqueles que não concluíram o Ensino Fundamental na idade regular.
Durante o evento, profissionais da escola estiveram disponíveis para orientar sobre matrículas, horários e funcionamento dos cursos, além de apresentar as modalidades presencial e semipresencial. A programação contou também com uma apresentação cultural do grupo “Samba Escola”, formado por estudantes e ex-estudantes do CESU, reforçando a importância da educação como espaço de transformação social e inclusão.
SETEMBRO
Cesu Faz Ciência (parte 2)
O trabalho foi desenvolvido no Planetário e Centro de Ciências da UFJF e teve como principal objetivo proporcionar aos estudantes uma aprendizagem significativa por meio da observação e da vivência prática de conteúdos científicos. A atividade buscou ampliar a compreensão sobre o universo, os fenômenos astronômicos e os princípios básicos das ciências naturais, articulando teoria e prática de forma dinâmica.
OUTUBRO
3° FESTEJA
O Centro de Estudos Supletivos (CESU) Custódio Furtado de Souza participou do 3º Festeja, reafirmando seu compromisso com a valorização das experiências de vida dos estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Com o tema “Brasileiridades”, a escola promoveu um momento especial de integração entre cultura e aprendizagem, tornando o conhecimento mais significativo e próximo da realidade dos educandos.
Neste ano, a homenagem foi dedicada ao compositor juiz-forano Armando Fernandes Aguiar, conhecido como Mamão, celebrando sua contribuição para a cultura local. A noite foi marcada por muita música, emoção e participação dos estudantes, fortalecendo vínculos e promovendo o reconhecimento das identidades culturais.
A ação contribuiu para elevar a autoestima dos alunos, estimular o pensamento crítico e incentivar a participação ativa na sociedade, evidenciando a EJA como um espaço de transformação, pertencimento e valorização cultural.
4° LITERARTE
“MIL TONS”
A proposta pedagógica utilizada neste projeto buscou promover o diálogo e o intercâmbio entre diferentes linguagens artísticas, ampliando o repertório cultural dos educandos e tornando o aprendizado mais significativo. Ao integrar música e artes visuais, o projeto favorece a criação, a experimentação de materiais e o desenvolvimento da sensibilidade artística, valorizando as vivências dos estudantes.
Dentro dessa temática, optou-se por trabalhar a vida e a obra do cantor mineiro Milton Nascimento, contextualizando as atividades a partir de suas músicas. Canções como “Maria, Maria”, “Travessia” e “Caçador de Mim” servem como base para reflexões, produções artísticas e construção de novos conhecimentos.
Dessa forma, a proposta contribuiu para o desenvolvimento da criatividade, do pensamento crítico e da expressão individual, consolidando a arte como um importante instrumento de aprendizagem e formação integral.
NOVEMBRO
Cesu Faz Ciência (parte 3)
A feira de ciências na Educação de Jovens e Adultos (EJA) é um importante espaço de aprendizagem, pois permite que os estudantes relacionem o conhecimento científico com suas experiências de vida. Por meio da pesquisa, da experimentação e da apresentação de trabalhos, os alunos desenvolvem a curiosidade, o pensamento crítico e a autonomia.
Além disso, a feira valoriza o protagonismo dos educandos, fortalece a autoestima e incentiva o trabalho coletivo. Esse momento torna o aprendizado mais dinâmico e significativo, mostrando que a ciência está presente no cotidiano e pode contribuir para a transformação da realidade.
























